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Crítica: A Todos os Rapazes: Agora e Para Sempre | Um típico romance juvenil que nos envolve

Filme já está disponível na Netflix

Diogo Fernandes, 14 de fevereiro de 2021 16:58

A Todos os Rapazes: Agora e Para Sempre é um filme que usa a fórmula típica de uma Comédia Romântica Juvenil, num trabalho mais uma vez excelente feito pela Netflix.

Baseado no livro lançado em 2017 do mesmo título, este faz parte de uma trilogia de livros começada 2014 pela escritora Jenny Han. O filme, que foi lançado no passado dia 12 de fevereiro de 2021 continua a história de Lara Jean e Peter Kavinsky cheia de problemas amorosos que não tendem em desaparecer. Neste, que é o seu último ano do secundário, veem-se envolvidos no problema principal, que é decidir para que Universidade ir, uma decisão que não vai ser nada fácil se quiserem ficar juntos e tiverem o desejo de entrarem em universidades que ficam a uma distância considerável.

Admito que para muitos pode não ter os melhores efeitos especiais ou a maior ação, mas a sua promessa fica mais que entregue. Admito ainda que não li os livros, com o receio de ver à minha frente uma história com bastantes alterações à semelhança do que me aconteceu em Banca dos Beijos 2, quando o livro e filme, me pareceram duas histórias quase diferentes.

A química que vemos entre os nossos personagens principais, Lara Jean e Peter Kavinsky por vezes parece que é um bocado perdida e até se sente distância entre os mesmos, sendo que senti exatamente o mesmo em A Todos os Rapazes: P.S. Ainda Te Amo, onde por vezes parece que o filme se foca mais vezes nos "dramas" secundários do que propriamente na história principal.

Não quero dizer com isto que foi um mau filme, porque se calhar até adorei mais do que devia, com uma moral da história que nos deixa a pensar sobre o futuro, e sobre o que realmente é importante na vida, e sobre como fazer a escolha certa em momentos de muita incerteza, acredito que possas ter ficado um pouco confuso com a frase, mas não quero criar spoiler.

As cores que vemos no filme, trazem-nos aquele tom azul vivo, que me fez sentir como se estivesse num romance passado durante o inverso. Se juntarmos estes tons, à banda sonora acho foi uma escolha ideal, com música viva, cheia de energia, e que nos ajuda a envolver no que está a acontecer.

Todo o conceito abordado ao longo de toda a trilogia de A Todos os Rapazes fez-me ficar fã do diretor do filme, Michael Fimognari, e da sua autora, que me trouxeram todas as emoções que esperava sentir ao ver um romance juvenil, numa combinação de "pouca lamechice" e uma história previsível.

Agora em forma de curiosidade, foi anunciado recentemente que a Amazon Prime Video adquiriu os direitos da trilogia The Summer I Turned Pretty também da autora Jenny Han para adaptar para a plataforma, uma adaptação que não irei de certeza perder.


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Netflix Crítica

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