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Crítica: A Última Carta de Amor, um romance como já não se vê

Diogo Fernandes, 27 de julho de 2021 22:52

A Última Carta de Amor ou The Last Letter from Your Lover é uma história maravilhosa como já tinha saudades de ver, passada numa época escolhida a dedo e que usa uma fórmula quase perfeita para prender os amantes de romances.

Baseado na obra de Jojo Moyes do mesmo nome, o filme conta a história de uma jovem jornalista em Londres que se torna obcecada com uma série de cartas que descobre, que relatam um intenso caso de amor cruzado entre estrelas dos anos 60.

Numa produção que tem no seu elenco artistas como Shailene Woodley (Divergente), Felicity Jones (Rogue One: Uma História de Star Wars), Callum Turner (Monstros Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald), as expetativas era bastante altas, e tenho a dizer que não fiquei impressionado, mas que adorei o filme em si.

Vamos à crítica mais detalhada

Começo por dar os parabéns, porque existem vários tipos de histórias de filmes, que por serem demasiado "clichês" já não se vêm a chegar aos cinemas, e a Netflix acho que supera por trazer filmes destes para a sua plataforma. Dois exemplos do que falo, são A Week Away, que é um filme que dá aquele sabor de quem era fã de filmes como Camp Rock. Outro exemplo, é sem dúvida A Última Carta de Amor, o filme de que falo agora, que tem uma história como já não se vê muito em dia, em que se consegue saber praticamente sempre o que vai acontecer a seguir, mas que no fim consegue aquecer o coração e trazer o sentimento de que foram umas duas horas bem passadas.

A época ser os anos 60, e ser passado em Londres acho que foram uma escolha ideal do autor para o desenvolvimento da história, já que dão um toque mágico a todo o romance. Outro ponto que tenho a destacar, é a forma como as memórias e a realidade se misturam, que me fizeram sentir que aquele era o momento de que esperava desde que o filme começara.

Ah e não esquecer das cartas de amor, que parecem poesia ao ser lidas, sempre com uma voz calma e suava que lhe davam outro encanto. Como disse no ínicio e volto a dizer, o filme utiliza imensas técnicas que o tornam num romance totalmente típico, mas que sem dúvida voltarei a rever.

Não podendo dizer apenas coisas boas, mas não ganhei aquele sentimento de arrepiado, um problema que após refletir acho que poderá estar relacionado com a música, que falhou a transmitir as emoções das diversas cenas que vemos. Ou pelo menos esta é a minha opinião.

Em relação a toda a representação dos artistas vistos, acho que foi boa, dando destaque a Shailene Woodley que deu vida a Jennifer Stirling. Na minha opinião ela foi quem teve a melhor representação, demonstrando as emoções de forma quase perfeita a cada cena que passa.

Sem muito mais a longa no que diz respeito à minha opinião, A Última Carta de Amor é mais um bom romance disponível na Netflix, que dá para saciar numa boa noite de cinema em casa, ou para ver com o par romântico.

Não percas já disponível na Netflix.


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