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Crítica: Paternidade, um filme que fala de tanto sobre filhos

Diogo Fernandes, 24 de julho de 2021 20:31

Paternidade é um filme da Netflix, que junta comédia, drama e que fala de vários problemas que um pai passa ao criar uma criança sozinho. Nesta crítica tento deixar o mínimo de spoiler possível, dando a minha opinião dos pensamentos que me vieram à cabeça ao longo dos 110 minutos.

Segundo a sinopse: Nesta história emocionante, engraçada e emocional, Kevin Hart protagoniza um viúvo num dos trabalhos mais difíceis do mundo: a paternidade.

Vamos lá à crítica de Paternidade

Não sendo ainda pai fica um pouco difícil para mim avaliar alguns dos factos apontados, no entanto existem pontos que conseguimos imaginar e perceber o que poderá ser para um viúvo.

Em relação a pontos negativos, apenas encontrei maioritariamente dois, um deles sobre várias situações que achei que não foram muito exploradas. Entre os quais, temos a falta de uma figura maternal na vida da nossa protagonista. Talvez não seja diretamente a falta de uma mãe, mas nota-se que Matt (Kevin Heart) falha em alguns assuntos como a parte de escolha da roupa ou em dar um certo carinho mais emocional à filha. Por mais que esses momentos sejam mostrados em vídeo, não são aprofundados, algo que poderia ter sido interessante.

O outro ponto negativo que me referia, foi o do seu encontro Lizzie aka Swan e da sua história "romântica". Todo este acontecimento, desde que Matt a conhece, até a apresentar à filha, teve demasiado tempo antena, algo que acredito que tenha sido só para criar aquele "drama" habitual. Ainda em forma de crítica negativa, em contraste, a primeira vez que Maddy andou ou a primeira vez alou foram momentos praticamente ignorados, sendo que o segundo nem apareceu, pelo que não entendi a lógica.

Agora à exceção do que já falei, gostei de praticamente tudo, são mencionados constantemente acontecimentos pelos quais certamente muitos pais passam ao longo do crescimento dos seus filhos, como quando estes deixarem de precisar dos pais para tudo (deve ser mesmo uma pancada no coração esta transição), ou saber como é que vão tratar das crianças, sentindo-se incapazes do desafio, as noites a fio sem dormir, ou ainda quando não se sabe o porquê de estarem a chorar.

Falando do principal momento do filme, falo do nosso protagonista ficar viúvo e dos muitos que duvidaram da sua capacidade de conseguir ser pai e criar uma rapariga sozinha. Aqui é nos mostrado que com esforço e dedicação conseguimos superar qualquer obstáculo, e no fim mostrar a todos que estavam errados.

Amor e emoção são duas palavras que senti ao longo de Paternidade, que é um filme que posso aconselhar a todos para ver, que ficou dentro das minhas expetativas, e confirmou que neste momento, aos 24 anos, ainda não estou pronto para ser pai. Boas sessões ;p .

Não percas já disponível na Netflix.


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