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Crítica: The One uma série que te envolve em muito mais do que encontrar "O Tal"

Uma série da Netflix com portugueses envolvidos no elenco

Diogo Fernandes, 17 de março de 2021 18:24

Ao longo de três dias seguidos, não descansei enquanto não acabei de ver The One, uma série cheia de suspense, crime, drama e romance, que ao longo de oito episódios deixam-se preso à TV, ou pelo menos foi assim no meu caso.

The One, é uma série distribuída pela Netflix e de origem Inglesa, que nos apresenta um serviço de namoros baseado na compatibilidade genética, com a cocriadora e CEO Rebecca Webb, uma pessoa implacável, que faz tudo o que for preciso para se manter segura.

Com um ínicio poderoso, onde vemos Rebecca Webb a apresentar a sua empresa The One, depressa percebemos que a série é muito mais do que aparenta mostrar, onde nos focamos em descobrir o que se esconde por detrás de um assassinato, que indiretamente está relacionado com o sucesso da empresa.

Neste filme, em que as mulheres são as protagonistas, conhecemos três faces distintas, primeiro a história de Rebecca Web em todo o seu meio envolvente, onde um assassinato que aconteceu a vai fazer tremer, com problemas que ameaçam a sua vida pessoal e profissional. Nesta rede conhecemos o seu "Match", Matheus Silva, interpretado por Albano Jerónimo, que foi como se fosse o teste para saber se a fórmula inventada por Rebecca e Dimitri Leonidas resultava.

À parte de Rebecca, conhecemos duas histórias paralelas, onde o objetivo é mostrar os problemas que um serviço deste género pode trazer, porque como tudo na vida, nada é perfeito. Numa das histórias, seguimos Kate Sundors, que para além de polícia e estar a investigar o assassinato que envolve Rebecca Web vê-se presa quando descobre que a sua "Match" está no hospital em coma, e que já é casa.

Na segunda história, conhecemos Hannah, que na busca da perfeição para o seu casamento, faz o teste para encontrar Match do seu parceiro, num objetivo de a conhecer e conseguir ser aquela pessoa perfeita que ele realmente vai gostar.

Ambas estas histórias vão estar cheias de complicações e reviravoltas que da minha opinião achei bastante interessantes, porque dão para criar um bom guião de série, mostram problemas que poderiam ser reais, e o mais importante, dão para nos entreter.

Uma série sem uma ação, que é compensado por uma boa quantidade de drama. Na minha opinião esta é daquelas séries que poderia ter sido exibida em cinco ou seis episódios episódios, retirando alguns dos momentos mais monótonos, no ponto em que cheguei a passar certas partes sem diálogo à frente.

No entanto, não foi isto que me desmotivou a ver a série, até porque de uma forma geral adorei e me deixou ansioso por uma segunda temporada, que tem tudo para acontecer.

Supondo que o sucesso que está a existir em Portugal se reflete no resto do mundo, diria que vamos ter uma segunda temporada, porque várias foram as pontas soltas que ficaram e que me deixaram ansioso por ver resolvidas

Ao longo da a série, uma das coisas que mais se destacou, foi sem dúvida a banda sonora, que se apresenta cheia de viva e energia, que é tudo o que se pede numa série do genéro.

Não percas The One já disponível na Netflix.


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Netflix Crítica

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